Exercícios, Restrições e Resultados

As sugestões que vocês me mandam pelo Instagram são preciosíssimas. Preciso agradecer a cada pessoa que, de alguma forma, sendo através de pedidos, sugestões ou simplesmente demonstrando tanto apoio e carinho nesta minha jornada tem, indiscutivelmente, impactado e agregado tanto ao conteúdo do blog. Eu realmente preciso desses incentivos para conseguir guiar e abordar os assuntos mais pertinentes a vocês, portanto, muito obrigada!

O post de hoje foi sugerido pela minha querida Fernanda Fontana, e ela me mandou a seguinte mensagem: “Fala do HIIT, Gi… Também gostaria de saber mais sobre os alimentos que você baniu da sua dieta e os efeitos positivos que está vendo nesses meses.” – Ou seja, falaremos sobre exercícios físicos, restrições e resultado. É muito assunto bom para um único post! Vamos lá!

O que é o HIIT? HIIT é uma sigla para o seguinte termo: High-Intensity Interval Training – traduzindo ao pé da letra: Treino de Alta Intensidade com Intervalos ou, traduzindo do meu jeitinho: canseira desgramada que queima até a gordura dos cabelos! Há!

Eu vou falar unica e exclusivamente sobre o treino que EU faço, que é o mais, mais, MAIS BÁSICO tipo de HIIT que existe. Portanto, aos experts de plantão: tomem nota disso! E aos leigos que necessitam de mais informações: 1) pesquise muito pela internet e 2) não deixe de procurar um profissional da área que possa te auxiliar. Existe uma variedade de estilos de HIIT, você pode fazer HIIT na bicicleta, na esteira, no elíptico, etc, etc, etc, ou pode também fazer em casa, sem aparelho nenhum – que é o meu caso.

O que este treino tem de especial? Ele é rápido. Você pode fazer um HIIT de 15 minutos e queimar o dobro de calorias de uma hora de esteira ou bicicleta. O diferencial é que ele realmente consiste em períodos de movimentos com alta intensidade intercalados com intervalos de “descanso em movimento”, por exemplo, 30 segundos em alta intensidade seguidos de 10 segundos de descanso em movimento, repetidas vezes.

É isso o que posso dizer a respeito do meu treino. Uso dois canais no YouTube, o Fitness Blender e o Exercícios em Casa. Dá resultado? Sim! Muito! Mas tem que fazer com cuidado pra não se machucar. O melhor caminho é contratar um personal trainer que te auxilie nas atividades físicas, mas caso esta não seja uma possibilidade, faça em casa, mas vá com calma. NÃO DEIXE DE ALONGAR ANTES E DEPOIS DE CADA TREINO! E procure um profissional. Sério.

Alimentos que bani da dieta: como você provavelmente já sabe, eu sou adepta da alimentação LCHF (low carb high fat), cuja base é o consumo de vegetais em geral e proteína animal junto à sua gordura natural. O que eu considero que bani do meu dia-a-dia – farinha (glúten) e açúcar (de todos os tipos). O que comer? Quanto comer? Não posso te dizer! O que posso dizer é: procure um médico que te auxilie nessa parte. Mas informação nunca é demais, portanto sugiro três leituras básicas para quem se interessa na alimentação LCHF:

– Barriga de Trigo do Dr. William Davis

– Por Que Engordamos e o Que Fazer Para Evitar do jornalista Gary Taubes

Blog Ciência Low Carb do Dr. José Carlos Souto

Sobre efeitos positivos: tudo muda. Quando a gente muda por dentro, tudo muda por fora. Seja para o bem ou para o mal. No meu caso, inquestionavelmente, ocorreu uma mudança para o bem. Eu me sinto infinitamente mais disposta, mais atenta, mais produtiva, todos os efeitos fisiológicos de um corpo saudável. Houve melhora na minha queda capilar, na minha pele, e até mesmo no meu ciclo menstrual, que se regularizou (falarei sobre isso em outro post). Isso, é claro, além dos muitos quilos eliminados.

É inegável que a combinação “dieta + exercícios físicos” dão certo. Mas você precisa encontrar o seu caminho. A dieta que você se adequa, o exercício que você gosta. Tudo isso é, na minha opinião, o que mais importa. Como você se sente fazendo o que está fazendo. A LCHF não é para todos (mas todos deveriam banir o glúten e o açúcar, e isso nada tem a ver com uma alimentação low carb!), assim como o HIIT não é para todos (mas todos deveriam alongar antes e depois de qualquer exercício físico!).

O fundamental é encontrar o seu caminho, encontrar o que te faz feliz, e sempre, acima de qualquer coisa, acima da vaidade e da competitividade, buscar melhorar a sua saúde em primeiro lugar.

É isso, turma.

Gi

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Dieta X Vida Social

Agosto de 2014 x Janeiro de 2017

Hoje é dia 15 de Março de 2018. Hoje, completo exatos seis meses vivendo com a liberdade e os deleites da alimentação low carb. Hoje é dia de conversarmos sobre o meu processo de emagrecimento, do ponto de vista do “usuário” (não sou médica, lembra?), onde abro alguns capítulos da minha nova vida, compartilhando minhas lutas e conquistas.

O tema de hoje foi sugerido pela Tamilis, lá no Instagram (onde costumo abordar mais o assunto emagrecimento/corpo) e eu achei mais do que pertinente escrever a respeito. A Tamilis me mandou a seguinte mensagem: “Como você lidou com o fato de estar de dieta e sua família/amigos não? Em relação aos encontros, festas de família/amigos, como você venceu e não jogou a dieta para cima?” – em outras palavras, como é a vida social de quem é adepto a uma dieta?

Para responder tal pergunta, preciso dividir minha resposta em duas partes, já que meu processo de emagrecimento aconteceu em duas partes – a primeira com o Vigilantes do Peso, e a segunda com a alimentação LCHF (Low Carb High Fat).

Entre junho de 2015 e junho de 2017 segui a dieta dos Vigilantes do Peso. Naquela época, com o sistema de contagem de pontos, teoricamente ou supostamente as ocasiões sociais deveriam ser mais fáceis – você economiza os pontos do dia, os pontos extras da semana e os pontos adquiridos através da prática de atividades física (o aplicativo calcula tudo pra você) e pode, então, utilizá-los para eventuais compromissos sociais. Realmente, na teoria era lindo. Na prática, outra história.

Como a dieta dos Vigilantes do Peso é baseada no baixo consumo de gordura e alto consumo do carboidrato, a única fórmula para que a perda de peso ocorra é através do corte (redução drástica) de calorias por dia. Isso é muito, mas muito difícil. Não é uma dieta ineficaz, mas demanda um esforço muito maior por parte do cliente, e é extremamente fácil de ser sabotada. Era o meu caso. Eu guardava os tais pontos para determinadas ocasiões, mas na hora H não contabilizava com precisão os de cada coisinha que eu ingeria. Primeiro, porque isto é algo muito trabalhoso (tem o fator esquecimento acidental, o fator esquecimento proposital e o fator preguiça). Segundo, porque às vezes, torna-se impossível – não dá pra saber a quantidade exata de cada ingrediente de cada prato da festa, nem mesmo do restaurante. Era mais fácil desistir, ou só “contar por cima”, comer até explodir e seguir em frente, lidando com toda aquela culpa…

O negócio é que é muito difícil estar num círculo social e ser o único a comer uma salada (sem azeite, diga-se de passagem) enquanto todos ao redor da mesa devoram seus hambúrgueres e fritas. Mesmo um pratinho com arroz e peixe, ou um peito de frango seco com brócolis sem gosto. Não há comparação. Você olha para a situação e pensa: “não é justo…”

Minha história mudou quando me tornei low carber. Tem noção do que é entrar numa churrascaria e arrebentar, e no dia seguinte ver ZERO diferença na balança? Pois é, aconteceu comigo duas semanas atrás.

A dieta LCHF tem pouquíssimo impacto na minha vida social. Não estou dizendo que seja fácil ou que eu não passe vontade, afinal não consumo açúcar e farinha, então obviamente há momentos em que fico com vontade de comer algumas coisas. Mas, veja bem, o jogo da Low Carb é um jogo mais justo. Enquanto todos ao meu redor comem seus hambúrgueres com fritas, eu, na minha “dieta” posso comer um super t-bone mal passado feito na manteiga, com vegetais temperados com azeite e uma batata doce maravilhosa (frita, assada, em purê…). E o melhor: sem a neura das porções! Como até ficar satisfeita. Se é mais ou menos, não tem importância! É muita liberdade. Isso não é perder! Isso é aproveitar tanto, ou até mais, do que todos na mesa! Qualquer estranho que não me conheça jamais saberia que estou “de dieta”. É um jogo onde eu só saio ganhando.

Além disso, qualquer restaurante irá oferecer uma opção que se encaixa ao meu estilo de vida. Qualquer um, em qualquer lugar do mundo. Bicho e planta, não tem dificuldade. Não tem que andar com balança e medidor na bolsa. Não precisa de aplicativo nenhum. Você simplesmente sabe o que fazer. Tudo fica muito mais simples.

Para responder mais especificamente à pergunta da Tamilis, primeiro de tudo, deve haver aceitação por parte de quem está em processo de emagrecimento. Aceite. A decisão de emagrecer foi sua, e o sucesso do processo só depende de você.

Eu sou casada com um americano que não faz dieta. Não é fácil. Eu passo vontade as vezes, sim. Mas tento me lembrar de uma técnica muito boa que aprendi com a minha coach: a técnica do céu-inferno. Quando me vejo em qualquer situação de vontade de comer o que não entra na minha alimentação, me pergunto: “quantos segundos vou estar ‘no céu’ comendo esse pedaço de pizza e quantas horas ou até mesmo dias vou ficar no ‘inferno’ por causa dele, depois?” – veja bem, não estou falando só de culpa, mas de efeitos fisiológicos, que serão acusados na balança e fora dela! Desisto de comer. A vontade passa.

Outra coisa que faço muito se começo a ter vontades e estou em casa – saio da cozinha e vou provar minhas roupas. Não há inibidor de apetite melhor! Pego a calça mais justa, a blusa mais colada, o vestido mais agarrado! As vezes, até mesmo meus biquinis, e vou pra frente do espelho. Se não está bom, por quê comer o que não preciso? É como eu me ajudo. Tenho uma meta a cumprir.

A verdade é que enquanto a pessoa continuar dando desculpas a ela mesma, nada irá mudar. Aniversários, feriados, batizados, casamentos, viagens, gente, tudo isso faz parte da vida! Nenhum desses eventos sociais vão deixar de acontecer. E, perceba, 90% destas ocasiões acontecem NAS MESMAS ÉPOCAS TODOS OS ANOS. Natal é sempre dia 25 de Dezembro. Isso NÃO vai mudar! Entende? É uma data especial? Sim. Mas não precisa ser uma data gorda! A mesma coisa com todas as outras ocasiões! Trate estes eventos como dias comuns de alimentação. Desvincule aquela ocasião da comida. Pense no real motivo da ocasião: comemorar algo, alguém! Foque nisso. Você não tem noção do quanto irá se sentir mais forte poucas horas depois destes eventos terem terminado. A sensação de auto controle é impagável.

No escritório toda semana tem alguma guloseima – cookies, donuts, chocolate, cheesecake! Toda semana! Eu percebi isso e entendi que estas JAMAIS serão minhas últimas chances de comer estas besteiras! Aliás, todas essas gordices vem de mercados e restaurantes que ficam minutos de onde eu moro. Posso comprá-las a qualquer hora! Por que preciso comer um donut às 15h de uma terça-feira? Qual a necessidade? Eu adoro donuts, mas comê-los sem nenhum motivo faz com que eles deixem de ser especiais. Torna-se algo banal. Entende?

A vida das pessoas ao nosso redor NÃO vai parar porque EU estou de dieta. Não mesmo! Mas quando você perceber que 1) todos esses eventos sociais fazem parte de um ciclo infinito e irão se repetir todos os anos, todos os meses e até todas as semanas e você não está perdendo nada se não partilhar das gordices e 2) quando você encontrar uma dieta que faça você feliz, que seja saborosa, fácil e simples de seguir, e que te dê ótimos resultados, você terá encontrado o caminho para vencer todas as tentações da vida social, e sua dieta terá muito mais valor do que a comida daquela ocasião, portanto você jamais irá jogá-la pra cima!

Por hoje é isso.

Gi

5 Coisas Para Aumentar a Auto-Estima Imediatamente

1) Sua Aparência Importa

Sim, existem milhares de coisas mais importantes do que a nossa aparência: a nossa saúde, as contas pra pagar, cuidar da casa, cuidar da família, a reunião de condomínio, levar os cachorros pro pet, aguar as plantas, afofar as almofadas, responder os grupos do WhatsApp, estabelecer a paz mundial, etc, etc, etc… Todos nós sabemos disso. Mas, de que adianta bancar o super-herói todos os dias para todas as outras pessoas e esquecer de cuidar de nós mesmos? Não adianta muito. Uma hora essa bomba-relógio explode e você vai se sentir ainda mais sobrecarregado tentando correr atrás do prejuizo. Aliás, sendo ainda mais fatídica, o tempo é algo que não volta nunca, jamais. Simples assim. Um dia você vai acordar e vai perceber que uma década se passou e você simplesmente se perdeu em algum momento dentro dela. Sua aparência importa! Não importa só para os outros, mas principalmente para você! Sua aparência é o reflexo do que acontece dentro da sua cabeça, sabia disso? Se você não consegue encontrar tempo, vontade ou motivação para se cuidar, posso afirmar com toda certeza: o problema vem de dentro. Então reflita e faça algo por você!

2) Mudanças, Sim!

Eu sou uma pessoa resistente à grandes mudanças. Não precisa me conhecer muito para perceber esse traço da minha personalidade. Mas também não precisa me conhecer bem para notar que não tenho o menor medo em mudar pequenas coisas da minha vida. Pequenas, digo, inofensivas, mas que podem sim causar um enorme impacto. Meu cabelo é o maior exemplo de todos! Nada melhora mais a minha auto-estima do que mudar meu cabelo! E voltando um pouco na dica anterior, se você é daquelas pessoas que “não abre mão do cabelão de jeito nenhum” mas que simplesmente não consegue cuidar dele como necessário, talvez seja hora de considerar uma mudança! Vive de coque, rabo de cavalo, tem muito cabelo e só consegue “dar um jeito” nele uma ou duas vezes na semana? Colega, é hora de mudar! Vá no salão, corte, pinte, busque sua melhor versão. Falando nisso, nada como encontrar nosso próprio estilo de roupas e acessórios. Você pode fazer muitos testes na internet para descobrir melhor o estilo que combina com você – e se puder, contrate um profissional que te auxilie neste processo. Não tenha medo em mudar ou assumir totalmente o seu estilo, isso apodera!

3) Aquela Roupa Especial

Falando em roupas e acessórios, todo mundo tem aquele look especial, quase “de estimação”, que só usa em ocasiões mais especiais, né? Sabe o que eu descobri? Que podemos usá-lo como “norte” para compor todo o nosso guarda-roupa. Como assim? Eu explico. Você precisa identificar a sensação que tem quando veste esta roupa especial: como você se sente? Provavelmente, muito bem, mais bonita, elegante, ou sexy, ou poderosa, etc. Por que esta roupa faz com que você se sinta assim? É a cor, o tecido, o corte, o caimento? No meu caso, meus looks especiais são geralmente compostos por vestidos e salto alto, mas não posso usar um vestido e um par de sapatos de festa para o trabalho, né? O que eu fiz, então? Coletei todas as informações desse look e transportei para a busca de peças que sejam mais adequadas ao trabalho (e outras ocasiões), mas que tenham estes elementos que fazem minha auto-estima levantar! Então passei a usar mais vestidos com fundos escuros e estampas diversas, meias-calças, e o salto muitas vezes não é um scarpin, mas uma ankle boot, ou seja, poderosa mas confortável. Estes são apenas exemplos, mas você pode fazer isso com absolutamente qualquer tipo de roupa. Componha sua personalidade!

4) Desapegue

Compor e afirmar a nossa personalidade através do closet: esse tema não é possível de ser abordado sem falar do maravilhoso ato de desapegar. Quantas peças de roupa você provavelmente tem estocadas no seu armário que não tem absolutamente nada a ver com você? Isso acontece muitas vezes não porque compramos errado, necessariamente, mas porque acumulamos coisas de várias épocas das nossas vidas. Na minha última grande limpeza do closet eu tirei roupas e sapatos que eu tinha certeza absoluta que não voltaria a usar, pelo menos não pela próxima década (a moda sempre volta, mas existe uma grande diferença entre ser retro e ser um acumulador de tralhas!). Desapegue de: roupas fora de moda, estampas que não te agradam, roupas maiores que o seu número, roupas gastas, sapatos gastos, sapatos que você não usa porque te machucam, sapatos fora de moda, ítens repetidos desnecessariamente, coisas manchadas ou furadas, simplesmente DESAPEGUE! “Tire o velho para dar lugar ao novo”, tá até na bíblia isso. Renove os ares e organize tudo o que ficar.

5) Uma Por Dia

Eu não posso escrever sobre auto-estima e deixar de fora o tema ‘alimentação’. Honestamente, não estou com muita vontade de escrever sobre a minha reeducação alimentar, este texto não é sobre isso. Só que é inevitável dizer o seguinte: se alimentar melhor aumenta a auto-estima. E não estou falando em perder peso. Estou falando em buscar saúde. Então fica aqui minha dica: comece com apenas uma escolha por dia. Apenas uma. “Hoje vou beber água”, ou “Hoje vou comer salada no almoço”, ou “Hoje vou experimentar um legume novo”. Uma coisa só por dia, todos os dias. Você vai perceber um universo de possibilidades se abrir diante dos seus olhos, vai conseguir desmistificar certas coisas, conhecer outras, e até mesmo descobrir outras. Uma por dia, apenas uma.

Foque em você, sempre.

Gisele

Nós Somos Bicho

Eu não sou muito de ir em médico pra coisa nenhuma, mas lembro bem dos médicos que cuidaram de mim durante toda a infância. Eu nasci e cresci em São Paulo, um estado que teve a sorte de receber muitos imigrantes japoneses. Ambos, Dra. Yvete, minha pediatra, e Dr. Mario Yamashita, meu otorrino, eram japoneses.

Lembro de um episódio desses ‘clássicos da infância’ em que tive um tipo qualquer de virose. Devia ter por volta de 8 anos de idade e, naquela época, eu ainda não era muito boa de prato. Nunca fui uma criança obesa, mas também nunca fui magrela. Era, como sempre ouvi, ‘normal’. E neste episódio, mamãe me levou à clínica da Dra. Yvete. Ah! Como tudo era mais simples e despretencioso naquela época.

A Dra. Yvete me receitou um remédio de gosto horroroso, mas de uma coloração tão, mas tão rosa-choque, que eu conseguia até ficar feliz em ter que tomá-lo. Era o remédio (líquido, por sinal) cor-de-rosa mais fosforescente que você pode imaginar. Acompanhadas do remédio, as seguintes recomendações: “Comida: fria. Não tem fome, não come. Gelatina e Coca-Cola, a hora que quiser.” Eu sarei. 

Depois de alguns anos, foi o consultório do Dr. Yamashita o que eu mais frequentei. Foi a fase das intermináveis dores de ouvido e dores de garganta que toda criança passa. Naquela época, já acompanhada da Letícia (minha irmã, caçula). Eu ficava impressionada com a precisão do Dr. Yamashita e com tudo naquele lugar. Até hoje, lembro exatamente da sala de espera e do consultório que era dividido em duas partes, uma com sua escrivaninha, e a outra com a maca e as luminárias que brilhavam e ardiam os olhos apontadas para a nossa cara. Era demais.

O Dr. Mario Yamashita, imagino, já conseguia, naquala época, detectar os meus primeiros sinais de obesidade pré-adolescente (dos onze aos treze anos eu estive bem acima do peso) – bem como o total desinteresse da minha irmã pela comida, no geral. Éramos, naquela época, dois pequenos opostos de ‘fim de infância/início de puberdade’ e ‘fim de desfralde/início de autonomia infantil’. Eu não tinha o menor problema com a comida, minha irmã tinha quase todos.

Meu otorrino era um médico de poucas e sábias palavras. Quisera tê-lo ouvido naquela época, pois teria me poupado de tantos problemas… Ele dizia o seguinte: “Observe a natureza. Os animais bebem água. Os animais comem planta. Os animais comem fruta. Outros, comem carne. Bicho não bebe leite. Bicho não bebe suco. Bicho não bebe refrigerante. Bicho não come açúcar. Nós somos bicho. Temos que comer e beber como bicho.”

Tudo, tudo o que eu levei uma vida toda para entender, simplesmente explicado em pouquíssimas frases pelo médico que cuidou de mim ainda tão nova. Aquele homem, que já era um senhor naquela época, não era necessariamente um visionário (se pensarmos na era paleo/low carb que vivemos atualmente) – ele era prático, simples, era, na verdade, muito óbvio! Ele, meu querido otorrino, Dr. Mario Yamashita, estava certo o tempo todo.

A medicina evoluiu, as doenças também. Ou vice-versa. Acho que uma coisa puxa a outra, na verdade. Mas quase ninguém pensa ou enxerga as indústrias alimentícias e farmacêuticas como o que elas realmente são: máquinas de dinheiro. Primeiro, eles nos entopem com tudo o que nos prejudica, e depois tentam nos consertar com produtos químicos de todos os tipos. Isso é contra a nossa natureza. “Nós somos bicho.”

Hoje quando chegar em casa, faça um exercício. Abra sua dispensa e sua geladeira e procure tudo o que é processado. Adoçante químico é algo que não existe na natureza. É como plástico. Cada vez que você ingere qualquer adoçante químico, é como se estivesse comendo um pedaço de tupperware. Como isso pode ser bom? Como podemos beber líquidos que não conseguimos se quer detectar do que são compostos? Como isso não é assustador?

Eu não quero soar hipócrita. Não quero mesmo. Mas há uma venda enorme caindo dos meus olhos por estes tempos, e é chocante. A realidade é chocante. Precisamos pensar que nossos corpos não são compactadoras de lixo. Não foi assim que Deus nos criou. Temos que cuidar bem dele, é tudo o que nos resta. 

Desejo a você uma vida mais consciênte, com escolhas que apenas te façam bem. Lembre-se do que o Dr. Yamashita dizia. Nos somos bicho – mas precisamos ser mais racionais. É a nossa condição.

É isso.

Na Jornada da Perda de Peso, Conte Somente com Você

Esta semana completei mais um ciclo de cinco dias seguidos de academia. Me comprometi a me exercitar todos os dias úteis da semana, entre 45 e 60 minutos por dia, por um período indeterminado. O objetivo é fazer com que meu corpo se acostume ao máximo a praticar atividades físicas a ponto de me enviar sinais de cobrança nos dias em que eu não me exercitar. O meu objetivo maior, na realidade, é ter uma vida adulta com muita saúde, agora e durante a terceira idade.

“Mas Gisele, você só tem 31 anos, não é um pouco de exagero pensar na terceira idade assim?” – no meu caso e na minha opinião, não. Nem todos podemos ser filhos e netos de grandes atletas. Nem todos temos este estímulo da prática de esportes constante vindo de pessoas ao nosso redor. Nem todos temos a bênção dos genes magro-alto-sem colesterol-sem diabetes-sem hipertensão presenteado a nossos corpos. Eu preciso entender que o agora é meu futuro, e que o futuro é meu agora. Não tenho outra senão optar pela prevenção.

A questão não é ter um corpo sarado – veja bem, eu nem se quer tomo sol! Não é por exibicionismo. Vaidade pessoal? Com toda certeza. Preciso me amar, e preciso me amar primeiro. Mas o fato é que quero ter uma vida com o mínimo de remorso possível, e isso começa pela minha saúde, que está no topo desta lista. Deve ser horrível ter um diagnóstico de alguma doença limitadora, para não dizer fatal, com 40, 50, ou 60 anos, e se dar conta de que se houvesse mudado meus hábitos décadas antes, aquilo poderia ter sido evitado. Significa de que me tornarei imune a doenças e problemas? Não. Mas significa que estarei com a consciência tranquila sabendo que dei o melhor de mim, por mim. Significa que não fui um fator a mais (se não o mais poderoso deles) a tornar uma situação ainda pior, potencialmente.

Mas o que importa é fazer tudo isso pensando de uma maneira bem egoísta. Quando se trata de peso, reeducação alimentar, prática de exercícios, você pode e deve ser muito egoísta, pensar somente no seu bem-estar, olhar somente para o seu próprio umbigo. Acredite, olhar para o próprio umbigo ajuda muito nessas horas, principalmente quando a única visão que se tem dele é uma visão ‘semi-periférica’ (graças às saliências da pança!). 

Além do mais, digo por experiência própria: você não terá ninguém para contar além de você mesmo nessa caminhada. Nem as pessoas mais próximas de você, por mais bem-intencionadas que sejam, conseguirão dar o apoio que você realmente precisa. Muitas delas provavelmente não irão acreditar que você tem a capacidade de conseguir alcançar o seu objetivo – baseiam-se nas suas próprias fraquezas e sentem uma ponta de inveja quando percebem que há quem seja mais forte.

Eu caí na infelicidade de comentar com algumas pessoas a minha meta de peso. Foi uma grande estupidez da minha parte. Ninguém, nenhum deles, teve a capacidade de me apoiar e dizer “eu tenho certeza que você consegue”. Ouvi coisas como “mas a sua estrutura, não vai ficar bom”, ou “é que você tem ossos largos, então pode ser que não seja fácil”, ou então “as suas expectativas são muito diferentes das minhas, mas talvez você consiga”. Todos tão bem-intencionados, ninguém teve fé em me dizer que, ainda sabendo que aquele número é absolutamente normal e saudável para a minha estatura (gente, eu tenho noção das coisas!), confiava que eu iria conseguir.

As pessoas se incomodam de me ver indo na academia todos os dias, tirando fotos de looks no espelho, fazendo comparações de antes e depois. É porque elas se sentem mal com elas mesmas, com a incapacidade delas e a falta de força de vontade delas próprias em tomar uma atitude e mudar. Por isso há um certo incômodo, perguntam quantos quilos eu perdi, dão pitacos na minha alimentação, e mensagens do tipo “cansei de ver você na academia 5:00 AM todo dia”. Não é fácil. 

Mas por que então eu continuo falando tanto sobre minha reeducação? Primeiro porque eu gosto de falar abertamente sobre as coisas que eu vivo. Não há o que esconder. Eu sou assim, sempre fui e não é agora que vou fazer diferente. Segundo, porque é uma maneira de eu mesma tomar consciência de tudo o que eu faço – com relação aos alimentos e aos exercícios. É uma auto-cobrança, algo que me empurra pra frente. Terceiro, porque apesar das pessoas que tentam sempre puxar os outros para baixo, há muito mais pessoas que se sentem inspiradas e motivadas com esse tipo de conteúdo.

Eu sou uma mulher absolutamente normal, posto receitinhas saudáveis com o que tenho na geladeira, faço academia em um lugar super simples, não sou exemplo nenhum de vida fitness, mas pelo menos jogo a real com vocês. Quando vou comer uma fatia de torta de limão passada na massa de bolinho de chuva e frita (aquela que eu postei no dia da quermesse!), eu mostro também! Porque a vida é isso, e não o faz de conta que muita gente prefere publicar. 

No final, conte somente com você. É a minha força de vontade que me faz levantar da cama todos os dias e ir pra academia. É a minha consciência que me faz pensar antes de comer um misto quente com refrigerante e doce na frente da televisão de noite. É o meu amor-próprio que não me deixa desistir.

A caminhada é única e exclusivamente sua, portanto faça dela a melhor e mais feliz de todas. Você merece.

Quando o Assunto é a Balança


Recebo dezenas de mensagens de mulheres que me acompanham pelas redes sociais todas as vezes que o assunto abordado é peso. É impressionante enxergar a sede que tantas pessoas tem – e que, na minha opinião, vai além de uma simples curiosidade – em tentar entender como alguém consegue perder peso.

Eu mesma acompanho algumas mulheres que falam especificamente disso na internet, mas nenhuma delas é considerada como um modelo a se seguir da vida fitness. Por quê? Porque são pessoas de verdade, contando as reais histórias dos seus corpos e da sua relação com a comida.

Por algum tempo, evitei falar a respeito da minha própria reeducação alimentar. Minha própria melhor amiga demonstrou uma preocupação profunda com o fato de que me expondo tanto quanto eu fazia, poderia mais me prejudicar do que me ajudar. Ela tem razão.

Não é fácil colocar a cara a tapa quando se trata do nosso próprio corpo. Não é fácil lidar com críticas, principalmente quando os ‘juízes’ decidem apitar seu jogo sem nem ao menos compreender todas as regras que o cercam. A dificuldade de escrever, gravar, fotografar e postar sobre emagrecimento é tão grande quanto o próprio processo de emagrecer. Uma caminhada cheia de obstáculos.

Porém, uma coisa que tento levar comigo para tudo na vida é que ser transparente é sempre a melhor opção. Eu não sei viver pela metade, não sei fazer nada pela metade. Se entro, entro de cabeça. E graças ao post de ontem, percebi que posso ajudar tantas pessoas através da minha própria experiência, tantas, que decidi correr este risco!

Então, vamos deixar algumas coisas bem claras. Primeiro, e mais importante de tudo: eu vou falhar. Vou comer doce, vou comer massas, vou em restaurantes, vou agir como uma pessoa absolutamente normal. Não vou perder peso toda semana, não é esse o meu objetivo, pois conheço meu corpo e entendo minhas limitações. Não vou me comprometer a abrir o quanto peso, mas vou contar o quanto perdi, quando decidir que é hora de contar. 

O que me comprometo a fazer é, sempre que falar sobre emagrecimento, ser absolutamente honesta. Não quero aumentar nem diminuir minhas conquistas e meus fracassos. O meu objetivo é aumentar minha qualidade de vida – uma constante, e não um número na balança – uma variável. 

Gostaria de dividir esta experiência com vocês, e sei que posso contar com o apoio de muitos, e por isso sou infinitamente grata. Aos curiosos (um ou outro, sempre tem) boa sorte em suas vidas, não esqueçam que jogar tetris no seu tempo livre irá agregar muito mais à sua vida do que vir aqui bisbilhotar – dizem que jogar tetris uma vez por dia por uns 30 minutos pode prevenir o Alzheimer. Aproveite melhor o seu tempo!

É isso. Sobre todo o amor de ontem, minha mais sincera gratidão.

Até breve.

7 Dicas de Beleza e Bem-Estar Infalíveis

Sei que o foco do meu blog e do meu canal não é mais falar sobre beleza, mas acho que já deu para perceber que continuo fazendo questão de falar sobre saúde e sobre bem-estar, porque a beleza em sí não é de muita valia se não vem de dentro – e a beleza interior não depende apenas da nossa saúde mental mas, igualmente importante, da saúde de todo o nosso organismo.

Eu fiz aqui uma pequena lista com sete coisas que considero muito importantes para conservar nossa pele. Esta lista mescla coisas internas e externas, e tem um único objetivo: o equilíbrio. Acredito que buscar o equilíbrio de todas as coisas é fundamental independente da idade, mas muitas delas creio que sejam indispensáveis depois dos 30. Se você é mais nova ou mais velha do que isto, tente mesmo assim, pois com toda a certeza valerá a pena.

1. Menos maquiagem e mais demaquilante.

Será que alguém reparou que eu ando me maquiando bem menos do que há poucos meses? Pois é, não é impressão não. Por alguns motivos simples, decidi diminuir a intensidade dos meus looks de maquiagem. Primeiro, porque toma muito do meu tempo – eu deixo para elaborar mais nos looks em ocasiões especiais, e não todos os dias. Segundo, porque me faz parecer mais nova – apenas realçando o que gosto e escondendo o que não gosto tanto assim. Terceiro, porque quero me sentir bem independente da quantidade de maquiagem que tenho em meu rosto, o que é algo muito necessário. Dormir de maquiagem jamais! Comprei demaquilante, água miscelar, tônico, óleo de coco, enfim, tenho tudo, menos uma desculpa para dormir de maquiagem. Faço isso há muito tempo e tenho certeza de que minha pele é boa por sempre estar limpa durante o sono.

2. Menos sol e mais filtro solar.

Esta combinação é o anti-rugas mais imbatível que existe no mundo. Eu não tomo sol há anos, mas é claro que não o evito 100% para não causar uma falta de vitamina D no meu corpo, pois ela é muito importante. Porém, não fico no sol com o intuito de me bronzear. Não tenho marca de biquini no meu corpo há mais de cinco anos e adoro essa sensação. Uso filtro solar todos os dias no rosto, e no corpo uso quando sei que ficarei exposta por muito tempo ao sol. Também acredito que exista uma ditadura do corpo cruel quando se trata de cor – não é bonito ser negra, também não é bonito ser branca. Bonito é ter o corpo bronzeado. “Pernas de palmito” é o comentário mais leve que eu já ouvi. Honestamente? Não me incomodo com os comentários maldosos. Me incomoda ser obrigada a ficar no sol, algo que eu detesto fazer, para agradar os olhos dos outros. No, thanks.

3. Menos álcool e mais água.


Eu não bebo quase nada, mas se tem algo que não bebo é cerveja. Isso eu vejo como uma vantagem, porque a cerveja incha muito e engorda muito. Mas o álcool, no geral, tem muito açúcar e destrói a pele. Durante todo o meu desafio #AgostoSemAçúcar eu não ingeri uma única gota de álcool, e achei isso ótimo. Há alguns anos passei a consumir vinhos, poucas vezes no mês, com alguma refeição e junto dos amigos, como aprendi com meus pais. Não exagero nunca na quantidade, mas depois que comecei o Vigilantes do Peso diminui muito a frequência do meu consumo de vinho, que tem uma pontuação alta por conta do açúcar. Bem, eu diminuí o vinho, mas fiz algo muito mais importante do que isso – passei a beber água! E isso é algo bem recente. Eu quero tentar beber pelo menos três litros d’água por dia. A água elimina o sódio do corpo, regenera as células e oxigena o cérebro. São inúmeros os benefícios, e é algo tão simples que não há desculpas para não conseguir fazer.

4. Menos televisão e mais exercício.

Não preciso nem explicar muito esse tópico, não é? Tudo bem, se quiser ver televisão enquanto anda na esteira está ótimo, o importante é deixar o sedentarismo de lado, se movimentar, aproveitar a juventude além da novela…

5. Menos balança e mais fita métrica.

Muitas vezes a gente só leva em conta os números que a balança indica, e graças a isso nos sentimos muitas vezes desencorajados a continuar nos alimentando e exercitando da maneira correta. Mas acontece que nosso corpo não é uma máquina. Não dá para perder peso quando a gente quer – seria muito bom, mas impossível. Nosso corpo trabalha de maneiras diferentes, e mesmo quando a balança não mostra um número muito, digamos, simpático, existem outras maneiras de se manter firme do lado saudável da vida. A fita métrica é uma delas. Nestes meses de Vigilantes do peso nem todas as semanas os números da balança diminuíram, mas todos os meses eu tirei minhas medidas, e em todos eles os números diminuíram. Ou seja, a conclusão aqui é: não deixe que a balança escravize sua vida. Entenda o seu corpo, e dê uma chance para que ele mostre a diferença no seu esforço no tempo dele.

6. Menos adoçante e mais vitaminas.

Estou tentando eliminar o adoçante artificial da minha vida. Isso é realmente algo importante, e eu vou continuar tentando. Contei no meu último video de update do #AgostoSemAçúcar que comecei a usar o Stevia (estevia) no lugar dos adoçantes artificiais. Mas quando se trata de opções “engarrafadas” que podem beneficiar nosso corpo estão as vitaminas. Eu venho usando apenas uma, que é a Biotina, que ajuda na saúde da pele, das unhas e dos cabelos. 

7. Menos café e mais clorofila.


Eu sei que é difícil não beber café – e não acho que devemos abolir nada do que gostamos de comer ou beber da nossa vida (a não ser por recomendações médicas), mas diminuir o volume do café que ingerimos diariamente é algo muito benéfico para a saúde. “Mas como vou conseguir ficar acordado sem meu café?”, bom, a resposta é simples: durma melhor (e aqui ainda cabe mais um tópico da lista – “Menos internet e mais noites de sono”). Sei que graças à rotina muitas vezes é difícil manter a regra das oito horas de sono por noite muito válida. Mas tente. Tente reajustar as coisas, tente colocar limites na rotina, nos compromissos. O descanso é fundamental para que nosso corpo se reajuste, para o equilíbrio dos hormônios e como terapia para a mente. Em contra-partida, descobri a clorofila, que é fonte natural e sem contra indicações de energia. Ela substitui bem o café (ao menos comigo), além de ter inúmeros benefícios à saúde, como a desintoxicação do intestino, enfraquecimento dos odores do corpo, aceleração do metabolismo, entre outras coisas. Eu bebo clorofila todos os dias, e tenho certeza que continuarei vendo seus benefícios a médio e longo prazo. Acredita-se que o consumo da clorofila desacelera o envelhecimento, melhora a circulação sanguínea, ajuda no controle da diabetes e é rica em antioxidantes.

Menos é mais. Mais é menos. Depende da sua escolha, do que você acredita que seja melhor para você. Mas vale a pena considerar todas estas dicas e aumentar o seu bem estar, focando sempre na sua saúde.