Quando o Assunto é a Balança


Recebo dezenas de mensagens de mulheres que me acompanham pelas redes sociais todas as vezes que o assunto abordado é peso. É impressionante enxergar a sede que tantas pessoas tem – e que, na minha opinião, vai além de uma simples curiosidade – em tentar entender como alguém consegue perder peso.

Eu mesma acompanho algumas mulheres que falam especificamente disso na internet, mas nenhuma delas é considerada como um modelo a se seguir da vida fitness. Por quê? Porque são pessoas de verdade, contando as reais histórias dos seus corpos e da sua relação com a comida.

Por algum tempo, evitei falar a respeito da minha própria reeducação alimentar. Minha própria melhor amiga demonstrou uma preocupação profunda com o fato de que me expondo tanto quanto eu fazia, poderia mais me prejudicar do que me ajudar. Ela tem razão.

Não é fácil colocar a cara a tapa quando se trata do nosso próprio corpo. Não é fácil lidar com críticas, principalmente quando os ‘juízes’ decidem apitar seu jogo sem nem ao menos compreender todas as regras que o cercam. A dificuldade de escrever, gravar, fotografar e postar sobre emagrecimento é tão grande quanto o próprio processo de emagrecer. Uma caminhada cheia de obstáculos.

Porém, uma coisa que tento levar comigo para tudo na vida é que ser transparente é sempre a melhor opção. Eu não sei viver pela metade, não sei fazer nada pela metade. Se entro, entro de cabeça. E graças ao post de ontem, percebi que posso ajudar tantas pessoas através da minha própria experiência, tantas, que decidi correr este risco!

Então, vamos deixar algumas coisas bem claras. Primeiro, e mais importante de tudo: eu vou falhar. Vou comer doce, vou comer massas, vou em restaurantes, vou agir como uma pessoa absolutamente normal. Não vou perder peso toda semana, não é esse o meu objetivo, pois conheço meu corpo e entendo minhas limitações. Não vou me comprometer a abrir o quanto peso, mas vou contar o quanto perdi, quando decidir que é hora de contar. 

O que me comprometo a fazer é, sempre que falar sobre emagrecimento, ser absolutamente honesta. Não quero aumentar nem diminuir minhas conquistas e meus fracassos. O meu objetivo é aumentar minha qualidade de vida – uma constante, e não um número na balança – uma variável. 

Gostaria de dividir esta experiência com vocês, e sei que posso contar com o apoio de muitos, e por isso sou infinitamente grata. Aos curiosos (um ou outro, sempre tem) boa sorte em suas vidas, não esqueçam que jogar tetris no seu tempo livre irá agregar muito mais à sua vida do que vir aqui bisbilhotar – dizem que jogar tetris uma vez por dia por uns 30 minutos pode prevenir o Alzheimer. Aproveite melhor o seu tempo!

É isso. Sobre todo o amor de ontem, minha mais sincera gratidão.

Até breve.

O Caminho do Sucesso na Reeducação Alimentar Morando Fora


É a primeira vez na minha vida em que eu decido de todo coração mudar os meus hábitos. Esta caminhada começou, timidamente, em 2015, na primeira vez em que eu me associei aos Vigilantes do Peso (em inglês, Weight Watchers). Eu perdi, eu ganhei. Não apenas na balança, mas em vários sentidos.

De lá para cá muitas coisas não são mais as mesmas. Eu mudei de casa, mudei de emprego, mudei o visual, mudei alguns hobbies, até o meu círculo social também mudou. E essa é a vida, essa é a jornada. Cheia de altos e baixos, de bons e maus momentos, de conquistas e obstáculos, formada por avalanches de dificuldades e campos de calmaria. 

Mas hoje, depois de algumas experiências, acho que sou capaz de entender melhor o que a comida tem a ver com isso tudo. E tem muito a ver.

Ontem conversando com um grande e velho amigo, ele me confessou que se fosse ele morando aqui nos EUA não conseguiria ter a mesma força de vontade que eu tenho, em buscar uma alimentação mais saudável. Verdade seja dita, os EUA são o reino dos fast foods e das porcarias, que – diga-se de passagem – são maravilhosas. São tantas guloseimas, tantas opções, e a um custo tão baixo, que não é de se admirar que a droga número um dos americanos sejam elas. Qualquer um pode ter uma overdose de açúcar e fritura aqui por menos de $10. Não é a toa que aqui o que reina é a obesidade.

E quando esse meu amigo fez tal declaração, a primeira coisa que eu pensei foi: mas eu levei dez anos para conseguir decidir mudar meus hábitos alimentares! Dez anos! E foi justamente isso que eu respondi a ele. 

Não foi uma decisão tomada da noite para o dia. E é, na realidade, uma decisão tomada todos os dias, multiplas vezes ao dia. As tentações são inúmeras – houve uma semana aqui no trabalho onde em quatro dos cinco dias úteis foi servida alguma comida gorda aos funcionários, como forma de “motivação” ou para comemorar algum marco incrível de algum colega. 

A coisa mais comum nas empresas americanas é ter caixas e caixas de cookies e donuts na salinha do café à vontade para os funcionários. Tem noção?

E eu não estou aqui para julgar o estilo de vida, a cultura ou os hábitos dos meus não-conterrâneos. Isso, na realidade, não é problema meu. E esta é a chave de tudo.

Enquanto eu perdia meu tempo criticando os americanos pelos seus hábitos e culpando o ambiente ao meu redor pelo meu ganho de peso, nada mudava nas vidas deles, e eu continuava a engordar. Lembre-se: enquanto você tiver uma desculpa para continuar onde está, pode ter certeza, você continuará onde está.

A vida americana é sedentária e gordurosa? Absolutamente. Mas eu não sou obrigada a viver desta maneira. Acima do sedentarismo e da maneira de se alimentar, muito acima deles, está uma coisa chamada LIBERDADE. A América é um país livre. Aqui sou livre para usar maquiagem sem ser julgada, sou livre para pintar o cabelo sem ser mal interpretada, sou livre para usar o estilo de roupas que eu quiser, inclusive sou livre para ser gorda! Seria só mais uma.

Mas então, o que me impede de NÃO ser gorda? Nada. Bom, provavelmente minha própria cabeça, meus próprios maus-hábitos, minha própria preguiça, minhas próprias desculpas, ou seja, resumidamente: minha própria atitude.

Aqui tenho toda a liberdade do mundo e todo o acesso à academias, parques, até mesmo a um magnífico rio (se eu pudesse nadar) cheio de praias, e piscinas, e supermercados com – pasmem – uma seção inteira só para frutas, verduras e legumes! 

Abramos um parênteses sobre o ‘ser gorda’: aqui não cabe o sentido da palavra ‘gorda’ discriminado e submetido à ditadura da beleza. Ninguém é obrigado a ser magro, assim como ninguém é obrigado a ser gordo. Fisicamente isso não importa – do pó viemos, ao pó voltaremos. O que eu quero dizer com ‘ser gorda’ aqui é ter uma atitude irresponsável e negligente em relação ao que se ingere, ter uma mentalidade gorda, sofrer quando se olha no espelho e quando se mede a pressão sanguínea, não saber o limite e a ponderação entre o que se quer e o que se deve fazer. No meu caso é isso.

As pessoas me perguntam como consigo levantar todos os dias as 5:00 AM (5:15 AM, na verdade) para ir malhar. A resposta é muito simples: eu odeio malhar. Por isso, decido que é a primeira coisa do dia que vou fazer, para poder eliminá-la do meu pensamento no decorrer do dia. Além disso, se eu não fosse para a academia teria que estar de pé às 6:30 AM de todo jeito. Ou seja, não estou perdendo quase nada – me deito por volta das 22:00 e se me sinto muito cansada em um determinado dia, me recolho ainda mais cedo. 

É questão de hábito, é questão de escolha. Escolher o caminho que você quer percorrer. É muito difícil, todos os dias, mas minha falta de saúde e insatisfação com a minha própria imagem são coisas ainda mais difíceis de encarar.

A conclusão deste post é a seguinte: não importa se você vive no Brasil, nos EUA, na Europa ou em qualquer lugar do mundo, o segredo do sucesso é parar de olhar à sua volta e olhar unicamente para você. Não use desculpas esfarrapadas, não busque culpados, e desencane da genética. Se você quer, você pode e você irá conseguir.

Força!

#BENDITASEGUNDA – Perder o Medo do Orgulho

Mais uma semana começando hoje, mais um tema muito importante abordado na nossa série de videos motivacionais #BENDITASEGUNDA – hoje a respeito de um assunto que me preocupa muito – o medo que as pessoas (principalmente mulheres) tem de sentir orgulho. Não, eu não estou falando sobre arrogância ou sobre se achar melhor do que ninguém, e sim sobre a aceitação da nossa condição dentro da nossa sociedade.

Você já se sentiu culpada por ser uma profissional que se destaca dentro do seu ambiente de trabalho? Já sentiu uma certa aflição, ainda que oculta, quando percebeu que sua vida profissional engatou e fica angustiada quando percebe que passou a valorizar a sua carreira mais do que “deveria”? Mas afinal, quem é que traça o limite do quanto devemos valorizar nossas carreiras? Os homens? A sociedade? Nós mesmas?

Espero que este video sirva de inspiração e motivação à todas as mulheres que me acompanham e que precisam entender de uma vez por todas de que são merecedoras de tudo o que vêm conquistando em suas vidas profissionais. Ter uma carreira não te diminui como mãe, esposa, e muito menos como mulher.

Pense nisso.

#BENDITASEGUNDA – Imagem e Vaidade

A vaidade saudável quando tomada como futilidade quase sempre é injustiçada assim por pessoas que não entendem seu poder como ferramenta da auto-estima e do otimismo. Quantas vezes na sua vida você ouviu alguém dizer “fulana poderia ser bonita se se arrumasse um pouco mais” – ou quantas vezes você mesmo pensou ou disse isso a respeito de alguém?É claro que quando se trata de aparências tudo se torna muito subjetivo. Entretanto, e aqui cabe dizer que esta é a minha opinião e a minha experiência, a aparência das pessoas no ambiente profissional (principalmente) é algo que pesa muito, e pode até ser considerado como uma forma de demonstrar respeito (ou falta de) aos colegas e à empresa.

Hoje falei sobre isso no video #BENDITASEGUNDA. Será que é possível começar a semana de uma maneira mais agradável e positiva através da nossa aparência? Será que as nossas escolhas de roupas, acessórios, maquiagem, cabelo, podem nos trazer mais ânimo para começar a semana?

Imagem Positiva – ato ou efeito de encarar-se no espelho e pensar: hoje o dia vai ser incrível! 

Independentemente de concordar comigo ou não a respeito de que nossa aparência pode afetar nossa convivência com os demais no ambiente de trabalho, é inquestionável que ela afeta diretamente a nossa auto-confiança e nosso nível de conforto – ficamos mais felizes e mais à vontade quando estamos satisfeitos com a nossa aparência, quando nos sentimos limpos, bem cuidados e polidos. 

A segunda-feira quase nunca é o dia elegido para desfrutar da nossa imagem, mas podemos mudar esta mentalidade e passar a começar a semana com uma atitude muito melhor, refletida também através de como nos vestimos e de como nos apresentamos.

Espero que gostem da mensagem de hoje, e desejo a todos uma segunda-feira maravilhosa!

#BENDITASEGUNDA – Perdi Meu Emprego 

Bom dia! Hoje é dia de falar de coração para coração. Você está ou conhece alguém que está passando pelo desafio do desemprego? Que perdeu o emprego e com ele a esperança de que os problemas podem sempre ter uma solução? Ou quem sabe até foi demitido sem nenhuma razão e até agora não compreende o porquê disso ter acontecido justamente com você?

Você não está só. E mais, há um motivo também para que está fatalidade tenha ocorrido. E o vídeo de hoje é para provar que sim, há males que vem pra bem, e você deve dar a volta por cima! 

Espero que a palavra de hoje possa motivar e incentivar aqueles que passam por esta dificuldade agora. O mais importante de tudo é nunca perder a fé e seguir em frente!

Uma ótima segunda-feira a todos,

Gi 

#BENDITASEGUNDA – Trabalhando com Pessoas Difíceis

Bom dia! Aqui estou para mais um post/video motivacional nesta seguda-feira! 

Pessoas difíceis – você conhece quantas delas? Duas? Dez? Muitas? E no seu caso, qual o nível de interação que vocês tem regularmente? São diretores que você vê quinzenalmente? Gerentes que você vê semanalmente? Ou alguém que senta a poucos metros de distância e que você precisa lidar a maior parte do dia?

Antes de qualquer coisa, vamos primeiro definir o que é uma pessoa difícil de se conviver no trabalho. Uma pessoa difícil não é necessariamente alguém que discorda de nós. Uma pessoa difícil é alguém que afeta a nossa produtividade – seja direta ou indiretamente. Se a sua produtividade no trabalho está sendo prejudicada porque um (ou mais) indivíduo provoca situações ou cria barreiras no seu dia-a-dia, então com certeza algo deve ser feito a respeito.

Como você está se sentindo afetado no trabalho? De maneira direta? Há alguém que tenta atrapalhar no cumprimento das suas tarefas e responsabilidades? Ou será que você tem passado por problemas com pessoas de maneira indireta? Pessoas que simplesmente não tem empatia nenhuma por você e fazem com que você se sinta mal por motivos diversos dentro do seu ambiene de trabalho?

Seja por uma razão ou por outra, a verdade é que há situações que necessitam sim ser levadas até a gerência, resolvidas formalmente, porque toda empresa tem regras e politicas de conduta a serem seguidas. Entretanto há também situações que devem ser ignoradas, coisas menores, situações que passam a ser um campo minado, e que você pode evitar, simplesmente, decidindo que aquilo não irá te afetar.

O único que pode medir a gravidade de uma situação e decidir o que fazer a respeito é aquele que está sendo afetado por ela. Na minha opinião, é muito importante que haja limites dentro desta convivência, e que acima de tudo haja respeito entre os colegas para que todos possam se sentir bem onde trabalham.

Espero que o video de hoje seja de ajuda para que você possa refletir e tomar a melhor decisão para você. Lembre-se que pessoas difíceis existem em todos os lugares, mas que é a nossa atitude que pode sempre determinar como será nossa interação com tais pessoas. Tente pensar friamente antes de responder à provocações ou revidar qualquer má atitude. Coloque-se sempre no lugar do seu supervisor e pense na maneira como ele ou ela espera que você aja. Ser racional em situações assim é fundamental.

Uma ótima segunda-feira a todos!

#BENDITASEGUNDA – Organizada Mente

Bom dia, pessoas do bem! Mais uma segunda-feira dando início a mais uma semana, mais uma oportunidade de fazer valer a pena! 

O video de hoje é sobre um assunto muito importante: como a organização dos ambientes à nossa voltam refletem a nossa mente – e vice-verso. Você sabia que o estado em que se encontra o ambiente que você vive e/ou trabalha pode ser um grande reflexo do seu estado emocional, mental ou até mesmo espiritual?

Se você se sente sobrecarregado dentro dos ambientes em que passa a maior parte do seu tempo, algo está errado, e pode estar totalmente conectado com uma “bagunça interna” que acaba refletindo numa “bagunça externa”.

Pense no que eu relato no video e tente montar um plano de ação – mesmo que você não acredite muito nestas coisas, vale a pena fazer um teste. Nós brasileiros geralmente não levamos muito em conta que existem diferentes maneiras de se manter são e produtivo – aqui nos EUA é bem comum categorizarmos as pessoas por “perfis”, ou seja, aqui eu aprendi que existem milhares de maneiras de se encontrar um equilíbrio para estabelecer um estilo saudável de vida, e se você é uma pessoal visual (assim como eu), a própria tarefa de limpar/organizar as coisas será de enorme benefício ao seu bem-estar, pois é como se literalmente tirássemos um peso enorme das nossas costas.

Enfim, espero que gostem do video e que o pensamento de hoje seja de ajuda.

Uma ótima segunda a todos!

Gisele