Missouri – Parte V: Saint Louis Zoo

#Aloka da bicharada sou euzinha aqui! E quando descobri que em St. Louis tem um dos maiores zoológicos dos EUA, adivinha só…

Não tem muito o que possa contar sobre esse zoológico além do fato dele ser imenso e riquíssimo em número de espécies que abriga.

Também há um tanque enorme com diversos animais aquáticos e dá para caminhar abaixo dele pelo túnel:

O passeio é lindo, mas leva o dia todo para conseguir ver todos os animais.

Os felinos sempre me impressionam.

Zebras, camelos…

A infraestrutura do zoológico é muito boa. Havia a parte do viveiro de pássaros que infelizmente não conseguimos ver, e nem a parte dos répteis e anfíbios.

O local conta com uma lanchonete enorme, stands de bebidas e sorvete espalhamos por todo o zoo e também uma loja completa de souvenirs.

A Entrada é franca, e o passeio vale a pena. Tem também um trenzinho se não quiser andar de área para área, mas ele é pago.

Apesar de ficar com o coração partido de ver tantos amimais enjaulados dá para notar que são todos muito bem cuidados. Eu gostaria de voltar lá novamente se tivesse a oportunidade.
Gi

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Missouri- Parte IV: Global Foods Market

Estados Unidos da América, o país dos imigrantes. Quanto maior a cidade, mais chances de se encontrar produtos internacionais – incluindo do Brasil! 

Nossos amigos nos levaram ao Global Foods Market, e eu encontrei tantas coisas interessantes por lá que não podia deixar de mostrá-las aqui.

421 N Kirkwood Rd, Kirkwood, MO


É muito divertido ir até estes mercados de produtos internacionais. A gente acaba vendo cada coisa inesperada, olha só:

“Sebo de Macho” – quase caí para trás quando vi! Aparentemente, um produto das Filipinas que ajuda a cicatrização! Que nome é esse, gente?

Além dos docinhos ingleses em forma de band-aid e do cereal escocês  (aparentemente faz sucesso!), o sebo de macho definitivamente entrou para a história dessa viagem! 😂

Josh finalmente encontrou um pãozinho à sua altura (literalmente!).


Seda fazendo a cabeça da mulherada ao redor do mundo…

Máscara capilar indiana de ALHO! Quem encara?

O paraíso dos miojos na gôndola asiática.

Mais opções de café da manhã irlandês, dessa vez um mingau de aveia.

Vários sucos russos, mas se tem vodka ou não na composição eu nunca vou saber…!

Torrones italianos com frutas e amendoas de diversos tipos.


O local é bem grande e as gôndolas são organizadas por países, com as bandeiras de cada país como referência. 

É óbvio que compramos muitas coisinhas do Brasil. É irresistível porque aqui em Iowa, onde nós moramos, não encontramos praticamente nada. Ou seja, não dá pra deixar passar essa oportunidade! Dá uma olhada no estrago:

Até Bono de doce de leite eu encontrei! Que felicidade haha! 

Gi

Missouri – Parte III: Visitando a Fábrica da Budweiser 

“Cerveja! Cerveja! Cerveja! Cerveja! Cerveja! Cervejaaaaaaa!” 🎤🍺 Cheers! 

Não dá para ir até St. Louis e não fazer o tour pela fábrica da Budweiser. É tipo inconcebível, por uns bons motivos – primeiro, é de graça. Segundo, o lugar é lindo. Terceiro: tem cavalos e dálmatas de verdade. Quarto: sim, você ganha cerveja no final! 

O tour gratuito acontece várias vezes por dia (é legal checar os horários antes de ir),  e os grupos formados são pequenos, umas 20 pessoas por vez, o que é bem legal. 

Você chega lá, estaciona e entra. No balcão você pergunta sobre o próximo tour e eles te dão o passe e o token para você entrar.


No saguão já dá para ter uma ideia do quanto o lugar é bonito. Então o grupo se junta ao guia e somos levados até a área externa da fábrica, onde ficam os dálmatas (que infelizmente não estavam lá dessa vez, estavam em uma exposição), e os cavalos. A arquitetura dos prédios é linda, olha só:


No hall da fábrica estão os estábulos e as carroças maravilhosas que eram usadas no século dezenove para a entrega dos engradados de cerveja:

Então entramos na fábrica. Tivemos uma mini aula de como acontece o processo de brewing.

E então fomos levados até a sala de controle e à câmara onde estão os pequenos barris:

O tour termina no restaurante/bar onde você pode pegar sua cerveja e se quiser, comer. Nós almoçamos por lá.

Eu não costumo beber cerveja, mas essa valeu a pena! 

Super recomendo o passeio.

Gi

Missouri – Parte II: Daniel Boone e Vinícola Chandler Hill 

Dois passeios lindos em Missouri são a visita à casa de Daniel Boone e a ída às vinícolas da região.

Um pouquinho de História não faz mal a ninguém…

Quem foi Daniel Boone? Um desbravador, explorador e pioneiro nascido em 1734, figura considerada como um dos primeiros heróis do folclore americano. 

Ele foi o desbravador do território do estado de Kentucky, e foi quem fez aquele conhecido chapéu de pele de raposa (este aqui) ficar famoso. Sua história foi contada e reproduzida nos livros e mais tarde na televisão, tornando-se uma das mais famosas séries de TV entre as décadas de 60 e 70. 

Em 1799 ele muda-se com a família para Missouri em uma casa localizada no condado de St. Charles. Esta casa aqui:

A casa, hoje museu, abriga diversos ítens originais da família Boone. O lugar é maravilhoso, a arquitetura original é conservadíssima, e dá até para imaginar o movimento das pessoas, indo e vindo, andando por aquele jardim, subindo e descendo as escadas da varanda… É impressionante.


Falemos então do vinho, ou antes, das uvas que moram ao lado da propriedade Boone…

A primeira visita a uma vinícola a gente não esquece! Que lugar lindo!

Fomos até a Chandler Hill, um pulo do museu de Daniel Boone até lá, ou seja, duas atrações que podem ser feitas no mesmo dia. 

A vinícola existe desde 1870, e foi estabelecida por Joseph Chandler, um escravo liberto que viajou pelo Rio Mississippi até chegar em Missouri e começar então a trabalhar na casa que, mais tarde, tornaria-se sua propriedade, e então a linda vinícola de Chandler Hill.

O local é absolutamente romântico e elegante, cenário de muitos casamentos (no dia em que fomos até lá o local estava sendo preparado para um casamento, por isso não pudemos ficar muito tempo) e outros eventos. 

Além disso, ele opera como restaurante – e me pareceu muito popular na região. Graças a esta e outras vinícolas, encontram-se também muitas pousadinhas nas redondezas. Achei uma ótima opção para um fim de semana prolongado a dois.

Gi

Missouri – Parte I – O Dia que Subi Numa Montanha de Lixo Nuclear

Se eu estivesse fazendo a saga dos 30 antes dos 30 com certeza a minha visita a Weldon Spring teria chegado ao top 10!

Fomos visitar um casal de amigos em Missouri, há cerca de quatro horas daqui de Iowa. Eles vivem no condado de St. Charles, encostado em St. Louis, e nos levaram para conhecer diversos lugares (vou dividir a viagem em diferentes postagens), incluindo o Weldon Spring Interpretive Center.

O local já foi um dia a maior fábrica de explosivos do mundo, tendo produzido mais de 350 mil toneladas de TNT; logo depois a planta passou a processar urânio. Décadas mais tarde, foi decidido que a região necessitava ser regenerada e limpa para conter a radiação. Então, em meados dos anos 80 inicia-se o processo.


Hoje, o museu apresenta todos os dados de como a pilha de lixo nuclear foi montada, todas as camadas entre o solo e as rochas para conter ao máximo a radiação e contaminação. A montanha, que totaliza 45 acres de extensão e 23 metros de altura, foi projetada para manter seu conteúdo letal seguro por mil anos e passa por constantes manutenções. Do lado de fora, a vista é inacreditável.


É impressionante pensar que toda esta estrutura abriga um conteúdo tão perigoso e tóxico, mas a vista do topo é linda. Dá uma sensação estranha, como um ponto de equilíbrio quase bizarro entre a devastação e a conservação da natureza.

A entrada é gratuita e a visita leva cerca de uma hora (incluindo subir a montanha, mas claro que quem quiser pode passear mais tempo por lá, andar em volta da montanha toda, etc).

O senhor que guiou nosso tour, militar aposentado, nos garantiu que aquela área tem menos radiação do que uma casa cheia de objetos da década de 60 (ou seja, teoricamente a casa da vovó é mais perigosa), mas cá entre nós, achei essa ideia um pouco tendenciosa rs…

Adorei a experiência!

Gi.