“So this is Christmas…”

Será que é novidade para alguém que eu apareceria aqui no dia de hoje? Será que todo mundo que lê o blog com freqüência já consegue me decodificar tão bem assim? Pois é, oi pessoal!

Como passaram de natal? Tudo bem? Muita comilança? Muito amigo da onça? Muitas risadas regadas à cerveja e espumante? Espero que sim.

O meu natal foi mais do que especial. Foi a primeira vez que Carolina passou esta data comigo, conosco, e, por mais que para alguns o natal não represente nada de mais, para mim sempre foi uma daquelas datas, um daqueles dias aguardados ansiosamente o ano todo, e não era nem pelos presentes, nem pela comida (tudo bem, um pouco pela comida), mas porque eu sabia que naquele dia eu estaria junto de todo mundo que realmente importava na minha vida, e que (mesmo sem cerveja) riríamos muito, ouviríamos músicas de gosto duvidoso, falaríamos muitas bobagens, faríamos muitas piadinhas uns com os outros, pegaríamos no pé de quem não estivesse demonstando grande empolgação ou interesse em estar alí, debateríamos sobre temas insignificantes, lembraríamos com carinho sobre os natais passados, teceríamos comentários sarcásticos sobre as presepadas neles cometidas, recitaríamos poemas temáticos, e no final, à meia-noite e ao som dos tímidos fogos de artifício, nos abraçaríamos desejando paz, amor, felicidades, e choraríamos nos ombros uns dos outros, constatando que aquilo tudo era, de fato, muito real e importante. Era insubstituível.


Eu meio que consegui fazer um relato com um lapso de tempo confundível, meio que passado-presente-futuro numa só tacada. É verdade, minhas lembranças dos natais no Brasil são as melhores. Mas ando tendo a oportunidade de colecionar alguma novas e inesquecíveis lembranças, como neste ano de 2016. O natal foi lindo, especial, cheio de risadas e com um pouco de drama – um natal normal, de qualquer família normal, com pessoas normais, que se querem muito.

Eu realmente pensei umas três ou quatro vezes em vir aqui e escrever uma mensagem com meus votos a todos vocês, mas não consegui. Não foi por falta de tempo ou disposição. Não foi por causa da correria e do recorde absoluto de ter feito TRÊS sobremesas nível hard em duas horas (sério, esse ano me superei), não foi por preguiça, nem por falta de inspiração. Simplesmente, não consegui. Não consegui.

Mas não importa mais. Estou aqui agora, e daqui não sairei tão cedo. Tenho muitas coisas interessantes para contar, videos para gravar, listas para fazer, livros para resenhar… Estou animada!

De coração, pensei em todos vocês no dia 25. Pensei com carinho. Tantas coisas que eu gostaria de escrever aqui! Mas a mais importante de todas é, sem dúvida, o quanto vocês são importantes para mim. Saibam disso.

Logo eu volto. 

Gi

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